
A generalidade das plataformas de e-Learning apresenta, de uma forma mais ou menos clara, um conjunto de camadas destinadas a suprir as necessidades que se verificam aos diversos níveis de utilização das mesmas. Por exemplo, ao nível dos conteúdos, ao nível dos interfaces, etc. Diversas organizações e consórcios se têm preocupado nos últimos anos com a definição formal de padrões que permitam reger o desenvolvimento futuro de plataformas de e-Learning, tendo no horizonte preocupações de reuso de componentes e interoperabilidade de sistemas. Nesse contexto, diversos projectos estão em curso.
Acredita-se que a não execução de determinadas tarefas dentro das janelas temporais definidas pelos planos dos cursos possa comprometer a execução de outras tarefas ou o trabalho de outros elementos participantes, constituindo este aspecto um factor crítico de sucesso na operacionalização de um curso. É, pois, de importância vital para o sucesso dos mesmos, que existam mecanismos de controlo automático das interacções dos diversos actores com as plataformas de e-Learning.
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